Zanininha ;)

8 08UTC fevereiro 08UTC 2010

Enterro

Arquivado em: #5, Flores e cores — Má @ 10:27 PM

Não conseguimos chegar a tempo ao funeral, o que eu agradeci. Eu não gosto de funerais. Fico deprimida o resto do dia. Nunca gostei. E não gostava principalmente naquela ocasião. Deitada no sofá, olhando confortavelmente o escurecer lá fora, consigo me lembrar de vários vagos e breves momentos daquele tarde, da nossa marcha por um lugar frio e do silêncio que as pessoas faziam. Era um sinal de respeito, obviamente, parecia que Deus também estava de luto, era um dia sombriamente nublado com ventos congelantes.

Eu consegui ver meu avô, no entanto, era algo que eu preferia não ter feito, era mórbido, perturbador. Não era como eu me lembrava, ele estava muito branco, consegui ver um lugar onde a funerária não tinha passado a maquiagem, achei um serviço mal feito. A feição também não lembrou em nada o meu avô, era sólida, imutável, feia. Era um recipiente similar a uma lata de refrigerante vazia.

Eu queria entender melhor tudo o que estava acontecendo, mas com o decorrer dos acontecimentos era como se eu soubesse o que acontecia e não compreendesse de forma emocional, tudo era muito simples pra mim e pra mais ninguém, como se eu não fosse relacionada à situação ou como se fosse uma encenação boba e que logo acabaria, nada sério, facilmente resolvido. Mas a morte não se resolve e o que me assusta é o fato de estar ciente disso e mesmo assim, não estar.

As pessoas começaram a ir embora depois de um tempo, senhores de idade formalmente vestidos e outros em maltrapilhos, senhores sérios e secos, ocos, provavelmente amigos do meu avô, conhecidos, admiradores. Eu sempre achei interessante examinar os olhares das pessoas, o olhar diz muito sobre alguém, porém o que aconteceu naquela tarde foi algo anormal, ninguém me olhou nos olhos, desviavam toda e qualquer tentativa minha de ver algo mais profundo, como se soubessem o que eu tentava fazer.

Minha avó foi a última a sair do cemitério, não a ouvi dizer nada durante todo o tempo, ela só olhava pro corpo dele e não mexia um músculo sequer. Não a vi chorar, mas também desviava dos meus olhares. Ela agiu como devia, esteve lá o tempo todo ao lado dele, recebeu todos os pêsames, providenciou o velório, enterro e nossos quartos com máxima eficiência e o mais importante, se manteve firme perante os conhecidos, a família e ouso dizer a si mesma, seria hipócrita da minha parte se eu achasse isso insensível.

Lembro-me também que meu irmão se pois ao meu lado, ele estava bem diferente de mim, chorou o tempo todo, apertava a minha mão com força e quase suplicava pra que eu fizesse alguma coisa, eu fazia cara de choro ao olhar pra ele, não sei se era porque eu não gosto de vê-lo chorar ou porque eu queria fingir que eu não era tão indiferente. Em um determinado momento, meu irmão me abraçou, já não chorava mais, na verdade, não falou nada, só me protegeu do frio e então fez algo inesperado, ele se afastou um pouco de mim e fixou o olhar nos meus olhos. Atemorizei-me, senti a vergonha na alma e senti o labéu perante a minha consciência. Ele se afastou depois disso, meu irmão e eu temos algo em comum, não precisamos falar ou fazer muitas coisas pra mostrar o que queremos dizer. Eu sabia que ele não reclamava por eu não sentir nada e sim por não admitir isso.

Do outro lado do túmulo, minha irmã estava no colo do meu pai, em paz, invejei-a, era notável como ela agia, mesmo sendo tão nova e naturalmente falante, permaneceu quieta o tempo todo, ela sabia que aqueles eram dias silenciosos e inusitadamente respeitou aquilo, apenas quem a conhece sabe o quanto é difícil fazê-la ficar quieta por uns minutos… Ela dormiu todo o caminho do cemitério até a casa da minha avó, apesar de todo o seu temperamento adequado, ela não entendia muito bem o que estava acontecendo. Eu não entendia muito bem o que estava acontecendo.

A casa continuava aconchegante, o sol se pois, eu tentei dormir.

1 01UTC fevereiro 01UTC 2010

Onde fica o Botão de Foda-se?

Arquivado em: C'est La Vie — Má @ 7:59 PM

Todos dizem “Maiza, deixa disso… Aperta o foda-se e seja feliz”.

Eu entro no orkut e lá está  ”Aperta o foda-se e seja feliz – enjoy “

Ok, já peguei, aperta o Foda-se, mas… Cadê esse botão maldito?

Juro! Eu procurei, fervorosamente, esse botãozinho tão famoso e nada achei.

Deus, eu juro que eu tentei, mas como eu faço pra tirar toda essa raiva, mágoa e ódio de mim?

Deus, eu juro que eu tentei, mas o que eu faço pra não pensar em um fuzil de precisão e a cabeça da sujeita?

Deus, eu juro que eu tentei, mas como eu tiro torturas chinesas, câmaras de gás e campos de concentração da minha cabeça?

Deus, eu juro que eu tentei, mas o que eu faço pra apertar o Foda-se?

Preciso saber.

posso fazer isso também?

posso fazer isso também?

30 30UTC janeiro 30UTC 2010

Mudei o look do blog

Arquivado em: C'est La Vie — Má @ 3:08 AM

espero que tenham gostado ;)

porque particularmente, eu AMEI

OOOOOOOOOI GATOS

como vocês estão? beeem, eu espero!

eu sei, eu sei, eu sumi, mas olha, eu preciso desse mês pra botar minha cabeça no lugar ok?

provavelmente vou postar só nos fins de semana e se eu tiver inspiração, porque ACREDITEM eu tava com um tesão de fazer a historinha da menina lá embaixo, mas agora eu to tão desanimada pra continuar, ESTOU COM PROBLEMAS pra continuar, acreditam? não sei até onde isso vai.

mas enquanto isso, resolvi fazer um daqueles posts sem muito compromisso, sem compromisso com ortografia, sem compromisso com tema e sem compromisso em ser interessante.

HOJE VOU MOSTRAR FOTINHAS DOS BEATLES

Yeah BABE YEAH! ALL YOU NEED IS BEATLES AND HERE THEY ARE!

Next Mission: Kill NxZero

Next Mission: Kill NxZero

treindando pra matar os Jonas Brothers while my guitar gently smile

Ringo BLOODY GENIUSSó o Ringo mesmocartoon e real :D

E o meu favorito !

Não me levem a mal, até gostei do livro, mas essa adoração toda por um cara que nem é tão bonito assim e nem tem tanto talento, me deixa enjoada!

A frase diz tudo… 40 anos passaram e eles ainda são mais “quentes” que os meninos de Crepúsculo :D

Peguei todas as fotos em um site chamado DeviantART … tem umas coisas bem legais lá, recomendo ;)

Pronto meus amores, tenho que ir dormir porque Maiza tem que ir a Ribeirão Preto,  fazer umas comprinhas e relaxar…

Beijos, queijos e azulejos

5 05UTC janeiro 05UTC 2010

Elvis e… Céline Dion

Arquivado em: C'est La Vie — Má @ 2:54 PM

Foi feito assim; pegaram uma apresentação dele dessa música de 1968, editaram e colocaram no palco como um holograma… Pois é, pesquisei porque fiquei abismada.

Ficou lindo, caramba. Muito lindo!

A música se chama If I Can Dream, aliás.

4 04UTC janeiro 04UTC 2010

Papo de doido

Primeiro assistam!

ELE LUTA PELOS SEUS DIREITOS!

Vamos combinar, é cada coisa que aparece nesses noticiários.

E como diria Jack, o Estripador : Vamos por partes!

O dodio do video tem 25 anos (Oo never!) e jogou uma pedra que passou por “centitros” da criança de 8 meses.

Depois o primeiro erro de concordância, que vergonha Brasil.

Agora o motivo:

- Por causa de agressão de corpo em cima de trabalho pra fazer se transformar em cobra, me desruga tudo minha pele, sendo que eu não mereço isso.

Realmente um belo motivo, mas não vou botar o diálogo todo aqui não, é melhor assistir.

MAS É TUDO CULPA DE UMA MULHER E DE UM MORENO. É bah, parada chata. Só porque ele tem um corpo estadual, legal e bonito!

Depois entra o soldado da Silva que dá um show de concordância e ortografia como “a gente prendemos ele” , perdi a fé no exército :S

E TEM MAAAAIS BRASILEIROS LINDOS

Tem nem o que comentar, o cara que colocou no youtube já disse tudo!

Se pá essa dai conhece a mulher do Alexandre, a Phoebe brasileira.

Er… Nem sei o que comentar.

VIXE! TENSO!

Agora meus queridos, tenho que falar sério com vocês.

O que acontece nesses videos, podem ser até engraçado por não fazer sentido nenhum, mas acontece que a pessoa que chega a esse nível está, no mínimo, surtada. Eu não duvido que entre os cinco haja dois ou três esquizofrênicos, algum(ns) drogado(s) e pelas minhas pesquisas, o guardião universal é bipolar como você confere nesse video.

Então, não digo que vou parar de postar os videos que eu achar na internet, mas eu quero dar um alerta pra vocês e pra mim também, que pessoas assim precisam de tratamento e que isso não é tão engraçado assim.

3 03UTC janeiro 03UTC 2010

Internet Nonnada

Arquivado em: C'est La Vie — Má @ 5:08 PM

Quem disse que internet é coisa de gente nova? Minha avó e meu avô surfando na net, tem coisa mais bonitinha que isso? Isso mesmo vó, tá certinha! O legal é que eu vou mexer no pc deles e tem um mooonte de música do Nelson Gonçalves hihihihi

A perda

Nós sempre iamos a casa de meus avós quando eu era pequena.

Eram tempos mais simples, sinto as pessoas muito mais felizes quando me lembro daquela época e me lembrar disso me faz me sentir mais feliz. Pura nostalgia.

Meus avós moravam na fazenda do meu avô, mas nunca me senti fora da civilização. Pelo contrário, quando chegávamos e viamos o jardim florido que minha avó tanto prezava, me encontrava em um mundo muito melhor do que aquele que eu vivia, um mundo de cores, cheiros, sons e sorrisos.

Porém um dia paramos de ir. Nunca soube ao certo o porquê, mas ouvia que meus avós não conversavam mais com meus pais… E por um bom tempo foi assim, eu ia me esquecendo das maravilhosas tardes que eu passava no jardim, aos poucos já não me lembrava tão vivamente das cores que lá brotavam. Depois de mais tempo já não me lembrava dos sons do riacho e nem dos pássaros. E por fim, quando ia me esquecendo cheiros daquelas tantas cores e flores, minha mãe chorou.

E chorou muito. Meu pai chorou também. Zezinha veio falar comigo, disse que era pra “deixar os patrões quietos um pouco, porque alguma coisa ruim aconteceu”, olhei pro rosto amigável da minha comparça com um sorriso sarcástico, um sarcasmo animado e nada ofensivo, creio que ela nem percebeu pois não me deu o característico tapa na bunda e o “se orienta, moleca”.

Acompanhei-a até a cozinha, conversamos por uns minutos, ela dizia que não sabia o que ia cozinhar para o almoço, que precisava falar com minha mãe e que naquelas condições, ela teria um ataque de nervos. Hiperbólica como sempre.

Meu pai chegou na cozinha com os olhos vermelhos e a expressão de quem tentava esconder os olhos marejados e o rosto inchado, como se tivesse algum outro motivo para a vermelhão dos olhos castanho-esverdeado dele. Chamou-me.

“Seu avô se foi” e chorou. Fiquei em choque, as memórias relacionadas com o meu avô eram sinônimos de felicidade e saúde. Não consegui ver aquele senhor vistoso e cheio de vida como algo pálido e frio. Lembro-me muito bem de como as pessoas que trabalhavam na fazenda o olhavam, era com respeito, admiração e até carinho. O Rei Amado. O meu rei Arthur. Sim, porque era ele que eu imaginava quando se falava em rei Arthur, Excalibur, Távola Redonda. Posso dizer que representava o típico italiano, era um Don Corleone com o charme de Sinatra. A imagem de um cadáver simplesmente não combinava com ele.

Porém não chorei. Não consegui. Acho que não acreditei nas palavras e nas lágrimas do meu pai. Minha mãe foi ao nosso encontro, os dois choraram juntos na minha frente, senti-me envergonhada por não compartilhar daquele momento de tristeza. Não que eu não estivesse triste, só não conseguia expressar isso. Lamentava-me calada, por não ter passado mais tempo com ele, te-lo conhecido melhor, mas não disse nada, constrangeria meus pais e os faria sofrer ainda mais por ter nos privado da presença do meu agora falecido avô.

Quando eles pararam de chorar, mesmo porque foi um alívio, fugi da sala e corri pra Zezinha que ainda estava toda agitada com o almoço, contei o que tinha acontecido e pela primeira vez, vi a Zezinha, aquela mulher forte e cheia de trejeitos, abalar-se. Os olhinhos enrugados tiveram um apagão em seu brilho habitual, o rosto se contraiu, vi a tristeza no rosto dela. Mais uma vez, senti-me envergonhada por não demonstrar tal tormento. Zezinha disse que queria falar com minha mãe, dessa vez não me pareceu ser sobre o almoço, e saiu. Só depois disso me lembrei que Zezinha tinha sido primeiro empregada dos meus avós e que depois que meu irmão nasceu foi designada por eles como uma segunda avó, para poder nos mimar e nos deseducar no lugar dela, uma vez que minha avó morava na fazenda e quase nunca vinha à cidade.

O almoço foi agitadamente silencioso, meus pais comiam e soltavam lágrimas, meu irmão tinha um olhar vazio em direção ao prato, minha irmã respeitava o silêncio alheio e comia sem fazer muito barulho, enquanto eu olhava todos eles. Até Zezinha servia a mesa  e pranteava.

Mais tarde naquele dia, minha mãe entrou no meu quarto e disse que era para arrumar as malas, pegar roupa para umas duas semanas e saiu sem dar mais explicações. Não que fosse preciso, a essa altura da minha vida eu era capaz de entender que iríamos ao velório e acatei as ordens sem nada dizer.

2 02UTC janeiro 02UTC 2010

Centésimo.

Arquivado em: C'est La Vie — Má @ 5:20 AM

Olá. São 5 da manhã, tô com uma puta dor de garganta e não consigo dormir.

Não tem nada na televisão.

Já assisti os filmes que alugamos.

Meus amigos estão dormindo.

Minha família também.

Não quero estudar.

Eu tenho que estudar.

Tá calor.

Não posso ligar o ventilador.

Não tem nada na internet pra fazer.

Minha garganta tá doendo muito.

Passamos o ano.

Graças a deus.

Espero que esse supere o outro em todas as maneiras possíveis.

Não quero ficar louca esse ano.

Queria que fosse mais fácil.

Queria que tudo fosse mais fácil.

Não muito fácil.

Só mais fácil.

Não ia perder a graça.

Que bobeira achar isso.

Make life easy, lord.

Vou ver o nascer do sol.

Parece romântico né?

Meu amigo disse que sim.

Ele viu ontem com uma bela companhia.

Não tenho companhia para assistir o nascer do sol.

Será eu e apenas eu.

Chega a ser triste.

Mas tudo bem.

Talvez valha a pena.

Pelo visual.

Pensei em ir até a lagoa.

De manhã…

Ver o sol surgir.

Não achei uma boa idéia depois.

É longe.

Pode ser perigoso.

E aí sim, me sentiria sozinha.

Vou assistir da sacada mesmo.

Será que o colchão é muito pesado pra levar até lá?

Eu preciso praticar esportes.

Ando muito parada.

Mas tenho preguiça.

Preciso estudar também.

E preciso dormir.

E melhorar dessa dor de garganta insuportável.

Dói quando engulo.

Incomoda.

Vi meu livro dos Beatles agora.

Será que escolho alguma música pra ouvir e ver o sol?

Here Comes The Sun é uma boa.

Isso é bem romântico.

Só falta um elemento pra virar um romance.

Um outro alguém.

Que nunca vem.

Ai, ai.

O dia precisava ter trinta horas.

Não vou ter tempo pra fazer tudo que preciso esse ano.

Vou ter que fazer cursinho.

Talvez até alguns anos de cursinho.

Será que valhe a pena?

Será que eu vou ser uma boa médica?

Ou é como dizem?

Mais difícil de sair do que de entrar.

Triste.

Isso sim é triste.

Desanimador até.

Prefiro ver o sol.

Começar um novo dia.

Não quero pirar.

Só quero dormir.

Não consigo.

Quero melhorar dessa dor na garganta.

Pelo menos eu não tô tossindo.

Ainda.

Tomará que não comece.

Sempre tenho ataques.

Eles são ruins.

Me deixam sem ar.

Às vezes, chegam a me dar náuseas.

Será que minha avó já acordou?

Quero conversar com alguém.

Não me sentir sozinha.

Quero colo.

Quero cafuné.

Essas horas eu descubro pra que serve um namorado.

Apesar de nunca querer contar meus problemas pra namorado.

É chato sabe?

Entedia as pessoas.

Eu tô entediada.

Preciso cortar o cabelo.

Cansei desse corte.

Quero fazer umas luzes nas pontas.

Minha mãe não quer deixar.

Disse que vai me dar muito trabalho.

Ele já me dá trabalho.

Cabelo lazarento.

Não aguento mais ter que lavar e secar todo dia.

Vou dar um fim nisso.

Tô com fome.

Será que minha avó já acordou?

Ela acorda sempre a esse horário.

Vou pedir um remédio pra ela.

Meu deus!

Pra que tanto calor?!

Isso é castigo.

Por que eu não sei.

Mas é.

Por que raios as pessoas dormem?

Eu não quero precisar dormir.

Mas eu quero dormir.

É bom.

Precisar dormir é uma merda.

Dormir por prazer é uma delícia.

Nada que é preciso é uma boa.

Anota pro vestibular.

Ou não.

Você quem sabe.

Vou procurar um remédio.

Mas vou ter que acordar meus pais pra ver o armário de remédio.

Não quero acordar ninguém.

Eu estar acordada já é ruim o suficiente.

Fora que vão me encher o saco.

Prefiro ficar quietinha.

Pensando nas minhas coisas.

Sem nenhum grito desesperado de Maiiiiiiiiiza.

Só pra pegar água.

Ou ligar a tv.

Gente preguiçosa.

Quero uma festa.

Uma boa festa.

Sem essas fulanas que tão sempre em todos os eventos.

Festa entre amigos.

Que as pessoas conversem.

Riam.

Bebam, se quiserem.

Beijem, porque é bom.

Não sei.

Quero viajar também.

Viajar pra beeeem longe.

Tem tanta coisa que eu quero ver.

Tanta gente que eu quero conhecer.

Vão ter que esperar.

Vou ter que esperar.

Cursinho não vai ser ruim por isso.

Vai valer a pena no fim da história.

Eu quero trocar de garganta.

Mas que imunidade de quinta que eu tenho!

Não posso pegar um ventinho que já fico assim.

Cadê a genética do seu Zé agora?

O velhinho não tem nem histórico de câncer na família.

Lucky bastard.

Já eu se não ficar diabética, agradeço.

Céus!

Pareço uma velha rabugenta.

Tudo por causa dessa merda de dor de garganta.

Minha avó já deve estar acordada.

Vou na vizinha.

Mas só daqui a pouco.

Agora vou ver o sol.

Adeus.

Durmam com os anjos.

31 31UTC dezembro 31UTC 2009

@ 2009 ACABOU!

Arquivado em: C'est La Vie — Má @ 11:59 PM

Graças a deus esse ano infernal acabou, não posso dizer que foi em todo ruim, mas foi bem ruim.

Em uma escala de 0 – 10, eu dou um 3.

Muitas mudanças, sabem. Fora que eu fiquei uns cinco meses sem saber direito o que tava acontecendo, enfim, não quero ficar reclamando.Então…

que venha 2010!

que venha 2010!

Desejo pra todo mundo paz, amor, felicidade, sorte, saúde e dinheiro!

Que esse ano seja ÓTIMO pra todo mundo, que Deus me dê uma vaga em Med na Unesp! (sonhar sonhar, subir subir)

Bom, criaturas amadas por mim, para trazer um pouco de conhecimento para vocês que são as luzes da minha vida, vou copiar de um site chamado diHITT (eu tenho que dar crédito a quem merece), sobre o ano-novo em outros países, táqui ó

Áustria
Os austríacos têm o hábito de jogar chumbo derretido num copo com água no momento em que o relógio soa a zero hora de um novo ano. As figuras que surgem quando o chumbo esfria são guardadas pelas pessoas como um amuleto que irá ajudar na realização dos pedidos feitos na passagem do ano.

China
Na China, o Ano Novo é celebrado durante seis semanas entre os meses de janeiro e fevereiro. Tradicionalmente, nesse período os chineses fazem uma bela faxina em suas casas para espantar os maus espíritos e atrair boa sorte. Na noite da véspera do novo ano, todas as luzes ficam acesas para representar calor humano, amizade e reconciliação. À meia-noite, há uma grande queima de fogos. Os chineses acreditam que o barulho do foguetório espanta os espíritos indesejáveis.

Dinamarca
Depois de uma ceia a base de peixes e batatas, os dinamarqueses aguardam ansiosamente pela meia-noite. Quando o relógio está prestes a soar as doze badaladas, todos na família sobem em cadeiras. Assim que dá meia-noite, pulam da cadeira para o novo ano e brindam com champanhe.

Escócia
Na Escócia, um dos costumes mais tradicionais da festa de Ano Novo é a de homens e mulheres que nunca se viram beijarem-se na boca. Some-se a isso o ainda mais tradicional hábito de beber uísque em toda e qualquer comemoração e está garantido um dos reveillons mais animados da Europa.
Na Escócia, existe uma superstição bem engraçada sobre a primeira visita que se recebe no ano. Se for um homem moreno, ótimo. É um bom presságio. Se for um sujeito ruivo, a visita é considerada um mau agouro. Mas eles acreditam que azar mesmo terá aquele que abrir as portas para uma mulher.
Ainda os escoceses: enquanto todos os países de língua inglesa chamam a festa de reveillon de New Year’s Eve (“véspera de ano novo”), na Escócia a data é conhecida como Hogmanay, que vem do gaélico oge maidne (“nova manhã”).

França
Na França, as pessoas costumam preparar ostras e diversos outros frutos do mar para a ceia de Ano Novo.

Índia
Na Índia, existem mais de 12 calendários religiosos. No Norte, o ano começa a Festa de Dîwâlî, no outuno. Os indianos colocam luzes por todas as partes.

Portugal
Uma das manias dos portugueses é sair às janelas de casas batendo panelas para festejar a chegada do novo ano. Só não convém chamá-los de “paneleiros”, o mesmo que “bicha” para nós.

Tailândia
O Ano Novo começa na metade de abril.

Vietnã
Os vietnamitas comemoram o Ano Novo, que eles chamam de Tet, no dia 10 de fevereiro. Nessa data, todos acordam cedo e vão à igreja. As mulheres vestem vermelho e amarelo (porque são as cores da bandeira do país) e os homens usam roupas pretas. Na igreja, comem um bolo especial, feito com arroz, feijão e carne de porco. Depois de meia hora, são distribuídos os “envelopes vermelhos” para as crianças, cada um com 10 ou 20 dólares dentro.

Não quis procurar mais, mas eae? Como vocês vão passar o final de ano? O meu terá mutcha cor – branco, azul, verde, amarelo e calcinha vermelha! HEHE

Então tá, até ano que vem.

xoxo ;)

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